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Segurança terceirizada

Grupo Handz, dono da Gocil, entra com pedido de recuperação judicial

quarta-feira, 4 de outubro de 2023
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Grupo Handz, dono da Gocil, entra com pedido de recuperação judicial
Executivo da Gocil já foi conhecido como "rei das terceirizações" em condomínios
Reprodução/ iStock

Os motivos que levaram o Grupo Handz, da Gocil, a pedir recuperação judicial de R$ 1,7 bilhão

Além da empresa de segurança e vigilância, conglomerado também tem atuação no agronegócio e no mercado imobiliário

O Grupo Handz, dono da empresa de segurança Gocil, entrou com pedido de recuperação judicial, alegando uma dívida de 1,75 bilhão de reais. Além do negócio de segurança, o mais conhecido, o conglomerado empresarial tem outros braços, como operações no mercado imobiliário e no agronegócio. 

O grupo tem controle compartilhado pela família Cinel, centrado principalmente no empresário Washington Cinel. O executivo é conhecido como "rei das terceirizações", principalmente pela Gocil, que tem mais de 20.000 funcionários na área de segurança privada.

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No pedido, os advogados da companhia alegam que, apesar de se tratar de segmentos aparentemente distintos, todas as operações operam “em harmonia entre si” e que “dependem umas das outras” para a continuidade.

Quem é o grupo Handz

O Grupo Handz tem origem na década de 1980 em Bauru, no interior de São Paulo. À época, Washington Cinel, até então tenente da polícia militar, fundou a Gocil para atuar com serviços de vigilância e segurança. A ideia surgiu após Cinel ter sido contratado por uma filial da Globo para fazer a segurança da sede da emissora. Em 1985, mudou a sede da Gocil de Bauru para São Paulo.

Nos anos seguintes, a empresa abriu filiais em cidades como Curitiba, Campinas, Santos, Porto Alegre, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Goiânia, Joinville, Recife, Brasília e Imperatriz, no Maranhão. Hoje, são 20.000 funcionários diretos e outros 100.000 indiretos somente na Gocil.

Além do setor de segurança e vigilância, o Grupo Handz também tem um braço de agronegócio por meio das subsidiárias da Maná. As atividades nesse setor se iniciaram há 22 anos e se intensificaram nos últimos oito. Produz arroz, soja, milho e cana de açúcar, além da criação de gado. 

Quais foram os motivos para a recuperação judicial 

No pedido de recuperação judicial, há uma lista de motivos que fizeram com que o Grupo Handz precisasse pedir entrada no processo de reestruturação. Alguns são específicos do setor agropecúario. Entre eles:

  • alto índice de alavancagem financeira
  • alta de juro
  • aumento nos custos
  • margens reduzidas
  • queda na demanda

Um deles é que os investimentos necessários para o aumento da produção agrícola demandaram alto índice de alavancagem financeira, tendo as empresas do grupo “contraído financiamentos na expectativa de que os ganhos de escala e produtividade fossem suficientes para garantir o cumprimento das obrigações assumidas”. Outro fator apontado pela defesa da empresa é que as despesas financeiras aumentaram significativamente com a alta dos juros. 

Os custos de produção também subiram, por fatores como a guerra na Ucrânia, a taxa cambial, o aumento da demanda e a inflação. “Esses fatores impactaram decisivamente componentes importantes e pouco administráveis da matriz de custos da produção agropecuária, como preço dos insumos, de equipamentos e maquinários, além de dissídios salariais”. 

Ao mesmo tempo em que os custos de produção subiam, a receita da atividade agropecuária caía por motivos como alta produtividade e pressão dos clientes. “Com a redução das margens, houve o alongamento do ciclo de retorno dos investimentos realizados, com a necessidade de novas linhas de financiamento para a manutenção das atividades desenvolvidas”. Isso provocou novos ciclos de empréstimos e consequente aumento no endividamento. 

No braço de prestação de serviços de vigilância, também há dificuldades. A justificativa da empresa é que houve queda acentuada de demanda durante e após o pico da pandemia da covid-19, aumento na taxa de juros e pressão de preços vinda da concorrência e dos clientes. Sobre a pandemia, a empresa diz também que a redução de eventos diminuiu a geração de caixa, ao passo em que o afastamento de funcionários de suas atividades aumentou os custos. 

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“As Requerentes não pouparam esforços para fazer frente às suas obrigações, e conseguiram, por muito tempo, se manter adimplentes com seu endividamento mesmo em meio ao turbulento período de alta da taxa de juros. Todavia, as dívidas financeiras dilataram-se de tal forma que fazer frente a elas se tornou insustentável, em meio à redução das margens operacionais das Requerentes no mesmo período”, diz parte do pedido. 

Sócio da RGF e especialista em reestruturação empresarial, Rodrigo Gallegos analisa que a recuperação judicial tem sido um mecanismo para que empresas que tomaram empréstimos quando o crédito era mais atrativo, no início da pandemia, e que agora enfrentam crises econômicas e aumento da Taxa Selic, ficaram sem fôlego financeiro para pagar. "É o que está acontecendo e que vai acontecer mais", diz.

O que diz a empresa

Em nota à EXAME, a empresa falou que “construção da solução para a readequação da empresa será realizada com todos os seus credores, mantendo a transparência e ética que sempre marcaram as empresas e a Gocil”. 

Confira a nota na íntegra: 

“O Grupo Handz, conglomerado empresarial que compõem empresas relacionadas ao agronegócio e ao ramo de segurança e vigilância, entre elas a GOCIL, informa que foi distribuído na data de 29/09/23 um pedido de recuperação judicial no Tribunal de Justiça de São Paulo.

Essa medida visa ter a total segurança de preservar o emprego de seus 20 mil colaboradores diretos e 50 mil indiretos, a perfeita continuidade da manutenção de seus serviços e seus clientes, além do total, pontual e perfeito compromisso com os funcionários, fornecedores, parceiros comerciais e ex-colaboradores, resguardando a relação capital-trabalho.

O exacerbado crescimento da taxa de juros aliado ao efeito das consequências da COVID 19 afetaram severamente o mercado, impondo a necessária antecipação de medidas para prever a sua manutenção de caixa e a reestruturação adequada de seus negócios pela via judicial.

 A construção da solução para a readequação da empresa será realizada com todos os seus credores, mantendo a transparência e ética que sempre marcaram as empresas e a Gocil, nos seus 38 anos de existência, honrando sempre perenemente as suas obrigações assumidas.

Com a plena certeza de que tomamos uma medida segura e que trará a preservação e benefícios a todos stakeholders relacionados ao Grupo, estamos à disposição para esclarecimentos”.

O que é um processo de recuperação judicial?

A falência de uma empresa não traz benefício para a sociedade, pelo contrário, todas as partes envolvidas sofrem danos, tanto o empregador quanto os empregados. Por essa razão, a recuperação judicial tem como objetivo renegociar dívidas e prazos, além de fazer com que a empresa retome sua função social perante a sociedade, que em muitos dos casos, é penalizada pelo mau gerenciamento das empresas. Quando isso acontece, as empresas podem discutir judicialmente saídas para eventuais crises econômico-financeiras. 

Como funciona o processo de recuperação judicial?

Contudo, como funciona uma recuperação judicial? É necessário entender como as empresas podem utilizar deste recurso para realizar o pagamento de credores e reabilitação perante a justiça, mercado e sociedade.

Pautada pela Lei nº 11.101, de 9 de fevereiro de 2005, a recuperação judicial de empresas é uma medida de última instância utilizada em situações financeiras gravíssimas, evitando, assim, um pedido de falência. Durante este processo, a empresa tem a oportunidade de reunir os credores para renegociarem as dívidas e redefinir rumos.

Após a solicitação de recuperação judicial, a empresa deixa de receber cobranças por algum tempo. Contudo, durante este período, ela deve apresentar uma estratégia para recuperação financeira. O plano é avaliado pelos credores, que definem se é razoável ou não que a empresa siga para o processo de recuperação judicial.

Em algumas situações, ainda que os credores não concordem com o plano de recuperação, a proposta de recuperação pode ser aprovada pela justiça, caso tenha robustez o suficiente e seja segura para que a empresa pague seus credores e se recuperar financeiramente.

Durante o processo, a empresa deverá seguir uma série de regras, visto que a recuperação judicial é conduzida por um órgão do Poder Judiciário. O objetivo é garantir que a recuperação judicial cumpra com seu propósito.

Ao final do processo, caso tudo dê certo, a empresa finaliza o processo, pagando todos os seus credores, ou seja, cumprindo com suas obrigações. Do contrário, ela terá que decretar falência.

Confira, no vídeo a seguir, dicas do especialista Marcio Rachkorsky para evitar problemas com a empresa terceirizada do seu condomínio:

Quem pode pedir recuperação judicial?

A  recuperação judicial é uma ferramenta criada para empresas registradas há mais de dois anos. Pessoas físicas não podem solicitar recuperação judicial, a exceção de produtores rurais.

ONGs, associações, empresas públicas, sociedades de economia mista e instituições financeiras não podem utilizar a ferramenta. Nesse sentido, a recuperação judicial se resume a sociedades empresariais e empresários individuais.

Uma empresa não pode solicitar recuperação judicial caso o sócio majoritário tenha sido condenado em algum dos crimes previstos na Lei de Recuperação de Empresas. A mesma regra é válida para empresários individuais.

A recuperação judicial cabe somente àquelas empresas que possuem viabilidade, ou seja, que consigam apresentar um plano consistente capaz de fazer com que a empresa consiga se recuperar econômica e financeiramente. Caso contrário, a única saída possível é a falência.

Fonte: https://exame.com/negocios/os-motivos-que-levaram-o-grupo-handz-da-gocil-a-pedir-recuperacao-judicial-de-r-17-bilhoes/

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